STJ

Súmula 470 do STJ

Direito civil > DPVAT | Direito Constitucional > Ministério público | Direito processual civil > Ação civil pública

Tribunal: STJ

Tipo: Súmula

Número: 470

Status: Cancelada

Classificação: Direito civil > DPVAT | Direito Constitucional > Ministério público | Direito processual civil > Ação civil pública

Palavras-chave: Direito civil, DPVAT, STJ, Súmulas, Súmulas STJ, previdenciário, Direito Constitucional, Ministério público, Direito processual civil, Ação civil pública

Enunciado

Súmula 470-STJ: O Ministério Público não tem legitimidade para pleitear, em ação civil pública, a indenização decorrente do DPVAT em benefício do segurado.

Situação atual registrada no material

  • Aprovada em 24/11/2010, DJe 06/12/2010
  • Cancelada
  • O Plenário do STF decidiu que o Ministério Público tem legitimidade para defender contratantes do seguro obrigatório DPVAT (RE 631.111/GO, Rel. Min. Teori Zavascki, julgado em 06 e 07/08/2014. Repercussão Geral).Por essa razão, o STJ cancelou a súmula 470 (REsp 858.056/GO)
  • O Plenário do STF decidiu que o Ministério Público tem legitimidade para defender contratantes do seguro obrigatório DPVAT (RE 631.111/GO, Rel. Min. Teori Zavascki, julgado em 06 e 07/08/2014. Repercussão Geral). Por essa razão, o STJ cancelou a súmula 470 (REsp 858.056/GO)

Comentário didático

A súmula estabelece que o Ministério Público não tem legitimidade para pleitear, em ação civil pública, a indenização decorrente do DPVAT em benefício do segurado. Em linguagem prática, ela transforma uma solução repetida dos tribunais em orientação objetiva para casos semelhantes.

O enunciado trata de ação civil pública, no âmbito de direito processual civil, mas consta como cancelado. Por isso, ele não deve ser usado como fundamento atual e autônomo para decidir casos novos. Sua utilidade passa a ser histórica e comparativa: ele ajuda a entender como a jurisprudência já tratou a matéria e por que a orientação foi abandonada, restringida ou substituída por outro entendimento.

Na prática, a súmula deve aparecer apenas como referência histórica ou para explicar mudança de orientação. Em petição, sentença ou parecer atual, o fundamento principal precisa estar na norma vigente e nos precedentes posteriores que justificaram o cancelamento ou a superação.